Nova Anã Marrom é descoberta

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Nova anã marrom é encontrada pela NASA através de um projeto de astronomia amadora.
A Nasa mantém vários projetos e um deles é formalmente conhecido como WISEA J110125.95 + 540.052,8. O nome é estranho, parece mais uma senha boa para redes sociais, mas trata-se de um projeto onde voluntários ajudam na descoberta de novos corpos celestes.
Rosa Castro terapeuta durante o dia e astrônoma amador, se juntou ao projeto de ciência cidadã Backyard Worlds: Planet 9, financiado pela NASA (esse do nome estranho). Em sua casa, de noite, terminou seu jantar, abriu seu laptop, e descobriu um novo objeto que não era nem planeta nem estrela.  Ela iria se tornar um dos quatro voluntários para ajudar a identificar primeira anã marrom do projeto mantido pela Nasa.
Tem cerca de duas décadas desde que os pesquisadores descobriram as primeiras anãs marrons, e que a comunidade científica abriu os olhos para esta nova classe de objetos entre estrelas e planetas.
Embora sejam tão comum como estrelas e forma …

Atlas Geográfico das Zonas Costeiras e Oceânicas do Brasil

O IBGE lançou na sexta feira dia 30 a versão WEB do Atlas Geográfico das Zonas Costeiras e Oceânicas do Brasil. Em parceria com a Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), a nova versão é voltada para estudantes e o público em geral, e contém informações sobre os oceanos e o litoral brasileiro, as dimensões histórica, demográfica, econômica, social, cultural e natural.

De forma interativa, a versão digital do Atlas (que você pode acessar aqui) tem todas as informações da versão física, publicada em 2011. O objetivo é incentivar a sociedade a pensar, conhecer e valorizar o uso racional da biodiversidade e dos recursos minerais e energéticos presentes nas águas oceânicas, solo e subsolo marinhos, que constituem parte fundamental do desenvolvimento socioeconômico e da sustentabilidade ambiental do país em consonância ao ODS 14 “Vida no Mar” que trata da conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.

Aplicativo permite navegação em ambiente interativo

A nova versão dá ao usuário acesso ao conjunto de mais de 120 mapas editorados e também às bases de dados. Também é permitido fazer download e consulta aos dados geográficos, estatísticos, além de analisar os mapas, podendo fazer navegação, alteração da escala de visualização, visualização e exportação de tabelas e arquivos gráficos, personalização do mapa, gerar imagens e salvar o ambiente de estudo.

O Atlas é estruturado em sete temas. O mar na história do Brasil ressalta a questão da expansão colonial portuguesa e a importância do mar na organização do espaço brasileiro. O Mapa geopolítico do Brasil aborda a posição relativa do Brasil no Atlântico e na América do Sul, explicitando os seus limites do Mar territorial, Zona contígua e Zona econômica exclusiva.

A Evolução geológica dos oceanos detalha a origem e a estrutura tectônica atual das bacias oceânicas, assim como alguns resultados das últimas pesquisas na plataforma continental brasileira, além da questão do potencial de seus recursos minerais. As Características oceanográficas apresentam um quadro geral dos fenômenos oceanográficos no Atlântico, fundamentais ao entendimento das questões ambientais, costeiras e marinhas, no Brasil.

O tema Ecossistemas costeiros e marinhos ressalta a diversidade de ambientes costeiros e marinhos brasileiros, com particular relevância das áreas para conservação e uso sustentável de ecossistemas. A Diversidade de aspectos do litoral brasileiro apresenta mapas de 14 áreas de detalhe da costa brasileira, abrangendo diferentes ambientes e quatro mapas das ilhas oceânicas, e da distribuição de áreas urbanizadas no litoral brasileiro.

Por fim, o capítulo Questões transversais no estudo dos ambientes costeiros e oceânicos trata de vários temas socioeconômicos e sua relação com esses ambientes, abrangendo questões populacionais, turismo, balneabilidade, recursos pesqueiros, estrutura portuária, logística do petróleo e áreas de preservação e proteção ambiental.

Fonte: IBGE

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