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A ESCOLHA DO LIVRO DIDÁTICO

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A ESCOLHA DO LIVRO DIDÁTICO
Os professores dos anos finais do ensino fundamental de todo o território brasileiro estão a fazer a escolha do livro didático para uso nos próximos 4 anos. Trata-se do PNLD 2020(Programa Nacional do Livro Didático).
O PNLD contempla todas as disciplinas escolares do ensino fundamental, entre elas, a geografia. Sobre esta área do conhecimento a escolha é realizada com base nos livros/coleções que foram previamente selecionados pelo MEC(Ministério da Educação). O professor deve escolher duas coleções, sendo a primeira e a segunda opção.
A escolha do livro didático, defendo, deve ser de exclusiva competência do professor com base no exercício de autonomia e sem influência direta ou indireta de quem quer que seja, neste sentido, a escolha de uma mesma coleção para toda a rede de ensino, seja municipal ou estadual, mesmo que prevista nas orientações do próprio MEC, ferem a autonomia do professor, pois a ele se impõe a força da maioria.



Considerando que a escolha do…

DIDÁTICA DA GEOGRAFIA - Dica de livro [ao vivo]

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ESCOLHA DO LIVRO DIDÁTICO 2020

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TERREMOTO NOS ESTADOS UNIDOS

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Promulgada emenda que permite a militar acumular cargo em saúde e educação

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Os policiais e bombeiros militares dos estados e do Distrito Federal agora podem acumular a função militar com cargos públicos nas áreas de saúde e educação. A permissão está prevista em uma Emenda Constitucional (EC 101, de 2019) promulgada nesta quarta-feira (3) pelas Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado. Desde 1988, o exercício simultâneo de cargos valia apenas para servidores públicos civis e para militares das Forças Armadas que atuam na área de saúde. De acordo com a Constituição, a acumulação só é possível “quando houver compatibilidade de horários”. O texto autoriza o exercício de dois cargos de professor; de um cargo de professor com outro técnico ou científico; ou de dois empregos privativos de profissionais de saúde. No caso de policiais e bombeiros, deve haver “prevalência da atividade militar”. A proposta da emenda à Constituição foi apresentada em 2013 pelo então deputado Alberto Fraga (DF). Coronel da reserva da Polícia Militar do Distrito Federal, ele acompanhou …

Comissão discute mudanças no Fundeb nesta manhã

A comissão especial que analisa a PEC 15/15, que estabelece o Fundeb permanente, realiza nesta manhã nova audiência pública sobre a proposta.
Foram convidados para o debate representantes da Associação Brasileira de Municípios (ABM), da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped); da Associação Nacional de Pesquisadores em Financiamento da Educação (Fineduca); e da União Nacional dos Estudantes Secundaristas (UBES).
O debate foi sugerido pelos deputados Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO); e pelos deputados Professora Rosa Neide (PT-MT), Bacelar (Pode-BA), Tabata Amaral (PDT-SP), Felipe Rigoni (PSB-ES), Tiago Mitraud (Novo-MG).
Para os deputados que pediram o debate, "é urgente encaminhar uma boa proposta sobre o Novo Fundeb, considerando que o fim do atual Fundo, já no próximo ano, trará gravíssimos prejuízos à Educação Nacional".

A proposta do Governo para a aposentadoria da professora

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Professores Hoje não há idade mínima para os professores conseguirem sua aposentadoria. O tempo de contribuição é de 30 anos para homens e 25 anos para mulheres, desde que tenham exercido exclusivamente funções de magistério. A proposta prevê idade mínima de 60 anos e tempo de contribuição de 30 anos para ambos os sexos.
Para professores da rede pública, segundo a nova proposta, a contribuição e a idade mínima são as mesmas que as da rede privada. No entanto, adiciona-se a necessidade de 10 anos de serviço público e cinco anos de tempo de cargo — como já é atualmente. Hoje, os homens precisam de 55 anos de idade mínima e 30 de contribuição, enquanto as mulheres precisam ter pelo menos 50 anos de idade e 25 de contribuição. Tanto para os professores da rede pública como da rede privada, haverá regra de transição.
A senadora Leila Barros (PSB-DF) diz considerar que as mulheres professoras do setor público serão o segmento profissional que sofrerá maior impacto na reforma, pois elas poderão…