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O consumismo na infância

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Uma discussão importante, diria que importante e necessária dentro do ambiente escolar é sobre o tema consumismo na infância. Consumismo não é a mesma coisa que consumo. Consumismo é a prática de um consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente de artigos supérfluos, ou seja, daquilo que na dúvida, não precisamos. Em resumo, é a prática de comprar em demasia.
Engana-se quem pensa que esta é uma atitude presente apenas no comportamento de adultos, pois as crianças e adolescentes também estão expostos e não é exagero afirmar que eles são, inclusive, mais vulneráreis à ações midiáticas que levam as pessoas à prática do consumismo.
Com não é possível fugir de internet e televisão é importante refletir e provocar debate de como a rotina da criança é administrada.
Geralmente distante da supervisão direta de um adulto a criança é constantemente influenciada por apelos de agências de publicidade que buscam criar pseudo-necessidades com o objetivo final de ampliaçâo de práticas de consumi…

Supremo Tribunal Federal proíbe prática do ensino domiciliar no País

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Por maioria, o Supremo Tribunal Federal (STF) O Supremo Tribunal Federal (STF) não autorizou a possibilidade de haver o ensino domiciliar no Brasil, conhecido tambem por homeschooling, ou seja, que alunos possam ser educados em casa, sem a necessidade de frequentar a escola.

Esse julgamento, finalizado na quarta-feira desta semana (12), foi marcado por três correntes de entendimento sobre o tema, mas a maioria considerou que o ensino domiciliar precisaria ser regulamentado pelo Congresso Nacional, e não pela Suprema Corte. Como o caso julgado tem repercussão geral, a decisão terá de ser seguida por todos os juízes do País. O julgamento teve uma única posição favorável à prática, a do relator Luis Roberto Barroso; houve um grupo pela corrente que considera o ensino domiciliar inconstitucional; e uma ala de ministros que entendeu que o parlamento seria o local adequado para discutir a prática - posição vencedora.

Nesse sentido, mesmo com a proibição do STF, ainda ha uma possibilidade de r…

Educação de gênero na escola previne feminicídios, dizem especialistas

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A educação para a igualdade de gênero nas escolas é essencial na prevenção da violência contra a mulher. A afirmação é da subprocuradora-geral da República, Luiza Cristina Frischeisen. “É impossível chegar a patamares razoáveis de violência sem que nas escolas, desde a educação infantil, haja um preparo para a igualdade de gênero”, disse ela durante audiência pública no Senado sobre os 12 anos da Lei Maria da Penha. Para a subprocuradora, o machismo ainda é naturalizado no Brasil e pode evoluir para violência psicológica, lesão corporal e até homicídio. “Muito da violência doméstica está aliada à perspectiva de que o homem é dono da sua mulher, filha, da entenda, da sobrinha, daquela menina que tá no ponto de ônibus, na escola... Há que se ter educação de gênero e isso começa na escola e passa para a família, para que as meninas sejam consideradas sujeitos de direito e não coisas”, ressaltou.


Outro ponto que precisa de atenção, na opinião de Luiza Cristina, é a formação de abrigos e …

Relator no STF vota a favor do ensino em casa

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Como foi o julgamento da Possibilidade de o ensino domiciliar

Possibilidade de o ensino domiciliar (homeschooling), ministrado pela família, ser considerado meio lícito de cumprimento do dever de educação, previsto no art. 205 da Constituição Federal.Data 06/09/2018
Andamento: Suspenso o julgamento Relator: MIN. ROBERTO BARROSO Leading Case: RE 888815Decisão: Após o voto do Ministro Roberto Barroso (Relator), dando provimento ao recurso, o julgamento foi suspenso. Ausente, justificadamente, o Ministro Celso de Mello. Falaram: pelo amicus curiae Associação Nacional de Educação Domiciliar - ANED, o Dr. Gustavo Afonso Sabóia Vieira; pelos amici curiae Estados e o Distrito Federal, o Dr. Ulisses Schwarz Viana, Procurador do Estado de Mato Grosso do Sul; e, pela União, a Drª. Grace Maria Fernandes Mendonça, Advogada-Geral da União. Presidência da Ministra Cármen Lúcia. Plenário, 6.9.2018.Fonte: stf

STF pode decidir hoje sobre legalidade de ensino domiciliar

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O Supremo Tribunal Federal (STF) remarcou para a sessão desta quinta-feira (6) o julgamento sobre a possibilidade de pais darem aula a seus filhos em casa, sem matriculá-los numa escola, o que é conhecido também como homeschooling. O processo sobre o assunto chegou a entrar na pauta de 30 de agosto, mas teve seu julgamento adiado pela presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, pois naquela data a sessão plenária acabou tomada pela discussão de outras ações. Relatado pelo ministro Luís Roberto Barroso, o processo em discussão no Supremo deve estabelecer uma diretriz válida para todos os casos do tipo que tramitam na Justiça brasileira - a chamada repercussão geral.

Inconstitucional A controvérsia opõe pais que desejam dar aulas aos próprios filhos e órgãos públicos que alegam que a prática é inconstitucional. Desde 2015, o tema aguarda uma determinação do STF. A disputa coloca em lados opostos pais que desejam educar seus filhos em casa e o Poder Público, que defende a obrigatoriedade da…

DF abre concurso para professor temporário