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Futuro ministro defende educação básica e qualificação para o trabalho

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O futuro ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, disse nesta terça-feira (11) que suas prioridades serão a educação básica, qualificação para o trabalho e fortalecimento da identidade nacional a partir de 1º de janeiro, quando o presidente eleito, Jair Bolsonaro, será empossado. “Atuaremos como base em princípios que alicercem o pleno desenvolvimento do cidadão, a qualificação para o trabalho e o fortalecimento da identidade nacional”, afirmou o futuro ministro em sua conta no Twitter. O professor de origem colombiana defende princípios semelhantes ao presidente eleito, como a reformulação do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). Para ambos, o atual modelo de provas aplicadas tem funcionado como um instrumento de “ideologização” incapaz de avaliar a capacidade dos estudantes. Vélez foi confirmado há duas semanas para o comando da Educação. Antes de sua confirmação no cargo, Vélez defendia  em textos divulgados em blog e redes sociais a valorização de um sistema de ensino bási…

Projeto sobre Escola sem Partido será arquivado

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Sem consenso, projeto sobre Escola sem Partido será arquivadoPresidente da comissão informou que caberá à próxima legislatura retomar o debate sobre o assunto
A comissão especial que analisa a proposta conhecida como Escola sem Partido (PL 7180/14 e outros) encerrou seus trabalhos sem votar o relatório do deputado Flavinho (PSC-SP). Como é regimental, a matéria será arquivada no fim desta legislatura. Caberá aos deputados que tomam posse em 1º de fevereiro de 2019 retomar o assunto e discuti-lo em um novo colegiado, com novos presidente e relator.
Na reunião desta terça-feira (11), o presidente da comissão, deputado Marcos Rogério (DEM-RO), anunciou que não vai mais convocar reuniões, em razão da constante falta de quórum e da agenda apertada de fim de ano. Ele também disse que os novos deputados querem participar do debate. “Eu recebi o apelo de muitos parlamentares novos para participar dessa comissão. Eles não gostariam que nós votássemos agora. Eles pediram que esse tema ficasse par…

O (problema é o) patrono da educação brasileira?

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O QUE NÃO FOI DITO SOBRE O ESCOLA SEM PARTIDO

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Crescimento do ensino a distância

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Comissão de Educação debaterá crescimento do ensino a distância
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado aprovou na terça-feira (27), em votação simbólica, requerimento para realização de audiência pública sobre a proliferação dos polos de ensino a distância (EaD). A data da audiência ainda será definida.
O requerimento realizado manifa temor de que, sem fiscalização, os cursos não presenciais resultem em “vulnerabilização” e “mediocrização” da qualidade do ensino superior.
— O ensino a distância é um mecanismo importante e relevante, desde que aplicado adequadamente. E isso também está concorrendo com as instituições de ensino presencial e pode comprometer o futuro, que já é de risco, da educação superior, bem como do ensino médio — disse senadora membro da CE.
Você já teve alguma experiência de ensino a distância? Como você avalia este tipo de ensino no Brasil? Deixe sua opinião nos comentário deste Blog.

UBUNTU - somos todos um

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Escola sem Partido: Votação é adiada, novamente.

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Relatório do Escola sem Partido é lido; pedido de vista adia votação
A leitura era o último passo antes da votação
Depois de três semanas de obstrução de deputados da oposição, o projeto que ficou conhecido como Escola sem Partido (PL 7180/14 e apensados) teve um avanço no trâmite legislativo. O parecer do relator, deputado Flavinho (PSC-SP), foi lido na comissão especial e houve pedido de vista coletivo por duas sessões do Plenário da Câmara. Assim, o texto deverá estar apto para votação em breve. Ao total foram seis tentativas de leitura do substitutivo desde 30 de outubro.
Manifestantes continuaram lotando o plenário da comissão, com cartazes favoráveis e contrários ao texto. A reunião foi aberta às 10:38 e prosseguiu por cinco horas, com tentativas de obstrução por parte da oposição por meio da apresentação de questões de ordem – ou seja, de questionamentos sobre a condução dos trabalhos.
Em muitos momentos, o clima ficou tenso entre os deputados e também entre os manifestantes. Em a…

Movimento negro cobra implantação de lei que obriga ensino da história afro-brasileira nas escolas

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Na Comissão de Educação, debatedores também pediram aprovação de projeto que destina no mínimo 5% dos recursos do fundo partidário para as candidaturas de afrodescendentes

Em audiência pública na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (21), representantes do movimento negro cobraram a implementação da Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas de ensino fundamental e médio brasileiras. Para os debatedores, esse ensino é essencial para a superação da desigualdade racial e do racismo no Brasil.
Realizado a pedido do presidente do colegiado, deputado Danilo Cabral (PSB-PE), o debate tratou dos desafios para a promoção da igualdade racial na educação. Maura Cristina da Silva, do Fórum Nacional de Mulheres Negras do Brasil, ressaltou a dificuldade de implantação da lei de 2003. “Existe uma grande resistência dos profissionais da área de trabalhar a lei, e isso passa pela intolerância religiosa”, opinou.


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Comissão sobre Escola sem Partido faz nova tentativa de votar relatório

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A comissão especial que analisa o projeto de lei da chamada Escola sem Partido (PL 7180/14) se reúne novamente, na próxima terça-feira (20), para tentar votar o substitutivo do relator, deputado Flavinho (PSC-SP).
No último dia 13, os parlamentares se reuniram para analisar o texto, mas deputados da oposição apresentaram diversas questões de ordem e conseguiram adiar a discussão.
A reunião da comissão está marcada para as 14h30 no plenário 14.
Fonte: Agência Câmara

A reinvenção da cidadania: Uma necessidade ainda atual

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A Geografia Escolar na perspectiva do Urbano e da Cidade

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A Geografia Escolar na perspectiva do urbano e da cidade é um título contestável que poderia ser confrontado pela indicação de uma redação diferente, como por exemplo, "O urbano e a cidade no contexto da Geografia Escolar". Essa inversão, aparentemente simples, traz elementos de como a condução dos tratamentos pedagógicos serão ou poderão ser conduzidos. No primeiro caso se trata da Geografia Escolar sob influência da dinâmica do urbano e da cidade e, no segundo, é a cidade e o urbano dentro de uma possível leitura, ou leituras, a partir da Geografia Escolar. Arriscando uma abordagem mais ampla, as duas perspectivas são válidas.
De qualquer modo temos três importantes termos para a compreensão dos seus conceitos no trabalho do professor de Geografia na sala de aula, a saber: o urbano, a cidade e a geografia escolar. Não se pode afirmar a existência de uma definição única para quaisquer um desses conceitos, mas uma definição se faz necessária em virtude dos desdobramentos que …

Escola sem Partido encerra reunião sem analisar relatório

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A reunião da comissão especial que analisa o projeto de lei da chamada Escola sem Partido (PL 7180/14) foi encerrada sem que o relatório fosse analisado. Ela havia sido suspensa devido ao início da Ordem do Dia no Plenário do Congresso.
A pauta da reunião era o substitutivo do relator, deputado Flavinho (PSC-SP). Pela manhã, deputados da oposição apresentaram diversas questões de ordem e conseguiram adiar a discussão.
O deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) reclamou da obstrução. “Não podemos ficar aqui procrastinando algo que é de interesse da sociedade. A sociedade não tolera mais a partidarização de um ambiente em que é obrigatória a presença”, disse o deputado.
Para o presidente da Comissão de Educação, deputado Danilo Cabral (PSB-PE), a proposta é colocada como se fosse o tema central da educação brasileira. “Ninguém está se manifestando sobre o Plano Nacional de Educação (PNE). Quem defende o projeto não fala da questão central da educação”, disse.
Dentro do plenário, o clima entre …

ESCOLA SEM PARTIDO OU CORTINA DE FUMAÇA ?

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