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BRASIL RURAL 7° ANO

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Por que o governo Trump ajudou a China

Por Kishore MahbubaniO mau uso do governo Trump da pandemia de coronavírus e a morte de George Floyd aumentaram a estatura da China, que agora é vista como o país mais competente do mundo.Por mais estranho que pareça, a China sentirá falta do governo Trump, se e quando acontecer.Sem dúvida, o governo Trump tem sido o governo mais agravante com o qual a China teve que lidar desde o processo de normalização que Henry Kissinger começou em 1971. Lançou uma guerra comercial que danificou um pouco a economia chinesa. Restrições foram impostas às exportações de tecnologia para a China. Um grande esforço foi realizado para paralisar a Huawei. No entanto, o movimento mais irritante foi o esforço para extraditar Meng Wanzhou. A aplicação das leis ocidentais aos cidadãos chineses lembra o povo chinês vividamente do século da humilhação quando as leis ocidentais foram aplicadas em solo chinês.No entanto, se os líderes chineses pensarem a longo prazo e estrategicamente, como costumam fazer, também…

Qual a função do ensino de Geografia?

Estava refletindo sobre a questão do que é ser um professor de geografia pensando no professor do Ensino Básico. A carreira do professor por sí só, já é uma carreira bem difícil, bem complicada e por vários motivos, entre eles a falta de valorização do poder público que, muitas vezes, ignoram as demandas mais básicas desses trabalhadores da educação ignorando, inclusive, a necessidade urgente de valorização de suas carreiras.
Pensando nas atividades pedagógicas do professor de geografia eu colocaria um pouco mais de dificuldade devido ao grande volume de conteúdos que esse professor tem que “dominar” para poder dar conta das questões do cotidiano de sala de aula, pensando o Ensino Básico, ou seja, o Ensino fundamental do 6° ao 9° anos ou dos 3 ou 4 anos do Ensino Médio. Para o professor de geografia, e isso não descarta as outras áreas do conhecimento de passar pelo mesmo problema, é complicado porque esse profissional se depara com um volume muito grande de conteúdos que, em tese, dev…

FUTURE-SE: O INÍCIO DO FIM DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS?

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Segundo o governo federal, o atual modelo de gestão de universidades e de institutos federais é "pesado", "burocrático" e "não atende às necessidades do pesquisador". Na justificativa encaminhada ao Congresso, os ministros da Educação, Abraham Weintraub; da Ciência e Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes; e da Economia, Paulo Guedes argumentam que o Future-se pretende fazer frente à dificuldade de o orçamento público atender a diversas demandas sociais, sobretudo em períodos de crise fiscal."O Future-se pretende criar condições e incentivos para que essas instituições expandam suas fontes adicionais de financiamento", diz o texto. "Sem prejuízo ao investimento público que sempre fez e fará delas patrimônio de todos os brasileiros", destaca a justificativa. Na prática, o programa aumenta a autonomia administrativa de universidades e de institutos federais para que se autofinanciem por meio da captação de recursos. Além disso, o Executivo…

O PODER DA BANDEIRA

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Em geografia os mapas são importantes para se localizar um determinado fenômeno geográfico. Praticamente todos os fenômenos são passíveis de serem cartografados. Para além dos mapas as bandeiras são símbolos que representam uma ideia uma fonte de poder ou de organização e as bandeiras estão juntas com os mapas para representar territórios e movimentos sociais.

    Corre na internet uma nova bandeira, ao olhar dos menos desavisados, que representa a luta antifascista. Em pouco tempo ela ganhou as redes sociais e hoje virou pano de fundo para imagens de perfis sociais daqueles que apregoam a luta imperativa contra o crescente fascismo no mundo e, como se pode constatar, no Brasil.
 Como essas imagens, essas bandeiras, podem ser utilizadas nas aulas de geografia? É possível, ao meu ver, utilizar as bandeiras para contar histórias, ilustrar enredos das transformações espaciais ou de disseminação de ideias. As bandeiras podem ser estudadas como símbolos sociais que buscam identificar gru…

Proposta estabelece estratégia nacional para retorno às aulas

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As diretrizes nacionais, definidas em acordo por todos os entes, servirão de referência para os protocolos de estados e municípios para o retorno às aulas.
O Projeto de Lei 2949/20 estabelece uma estratégia nacional para retorno às aulas durante a pandemia de Covid-19. A proposta, do deputado Idilvan Alencar (PDT-CE), tramita na Câmara dos Deputados.Pelo texto, União, estados e municípios devem organizar colaborativamente o retorno às atividades escolares, interrompidas com o Decreto Legislativo 6/20 que reconheceu a calamidade pública por causa da pandemia. A estratégia será definida por princípios, diretrizes e protocolos, respeitadas as orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e das autoridades sanitárias brasileiras.As diretrizes nacionais, acordadas por todos os entes, servirão de referência para os protocolos de estados e municípios para o retorno às aulas. Elas deverão seguir princípios como atenção à saúde física e mental de profissionais de educação e estudantes; prev…

Deputados e entidades defendem novo calendário de ensino com foco na aprendizagem

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Representante do Conselho Nacional de Secretários de Educação sugere redução de 25% da carga horária mínima Deputados e entidades ligadas à Educação afirmaram nesta quinta-feira (21), por meio de videoconferência, que o direito do aluno de aprender deve ser garantido mesmo diante de mudanças no calendário de ensino de escolas e de universidades por conta da pandemia de Covid-19. "Vamos ter pelo menos 4 meses de prejuízo no calendário escolar e não vamos poder medir a reposição das aulas simplesmente pela quantidade de dias ou de horas-aula. Vamos ter que superar algumas práticas, porque o momento exige soluções diferenciadas", observou o deputado Professor Israel Batista (PV-DF), durante a reunião técnica promovida pela relatora da Medida Provisória (MP) 934/20, deputada Luísa Canziani (PTB-PR).Editada para frear o avanço do novo coronavírus, a MP dispensa instituições do ensino básico e superior de cumprirem, neste ano, a meta de 200 dias letivos (com aula presencial). O text…