Nova Anã Marrom é descoberta

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Nova anã marrom é encontrada pela NASA através de um projeto de astronomia amadora.
A Nasa mantém vários projetos e um deles é formalmente conhecido como WISEA J110125.95 + 540.052,8. O nome é estranho, parece mais uma senha boa para redes sociais, mas trata-se de um projeto onde voluntários ajudam na descoberta de novos corpos celestes.
Rosa Castro terapeuta durante o dia e astrônoma amador, se juntou ao projeto de ciência cidadã Backyard Worlds: Planet 9, financiado pela NASA (esse do nome estranho). Em sua casa, de noite, terminou seu jantar, abriu seu laptop, e descobriu um novo objeto que não era nem planeta nem estrela.  Ela iria se tornar um dos quatro voluntários para ajudar a identificar primeira anã marrom do projeto mantido pela Nasa.
Tem cerca de duas décadas desde que os pesquisadores descobriram as primeiras anãs marrons, e que a comunidade científica abriu os olhos para esta nova classe de objetos entre estrelas e planetas.
Embora sejam tão comum como estrelas e forma …

Nova ameaça à camada de ozônio

Cientistas identificam nova ameaça à camada de ozônio

© image/jpeg camada-ozonio 
Os clorofluorocarbonos (CFCs), muito utilizados antigamente em refrigeradores e aerossóis, e gases semelhantes foram proibidos pelo Protocolo de Montreal, em 1987, em resposta aos crescentes danos que causavam à camada de ozônio, escudo protetor natural da Terra contra os raios prejudiciais do sol.

Mas uma pesquisa publicada nesta semana na revista científica Nature Communications sugere que uma substância chamada diclorometano, anteriormente ignorada, pode prejudicar a camada de ozônio e atrasar sua recuperação no longo prazo.

Após a implementação do protocolo da ONU, os cientistas estimaram que os níveis de ozônio anteriores a 1980 na Antártida, um dos lugares mais afetados, se recuperariam na segunda metade deste século. Dependendo do nível de emissões de diclorometano, porém, esse processo pode levar até três décadas a mais.

Diferentemente das espécies de cloro de longa duração, como os CFCs, o diclorometano tem uma vida útil baixa e por isso não foi submetido à regulação. Apesar disso, os cientistas advertem que sua concentração atmosférica tem aumentado na última década.

Eles suspeitam que esse crescimento pode estar relacionado ao aumento do uso desse produto químico como solvente no lugar de outros que foram eliminados. “Embora a depleção da camada de ozônio pelo diclorometano seja bastante modesta, é incerto como a quantidade desse gás na atmosfera irá mudar no futuro”, explica em comunicado o principal autor do estudo, Ryan Hossaini, da Universidade de Lancaster, no Reino Unido.

Junto com seus colegas, o pesquisador usou um modelo de transporte químico global para examinar a sensibilidade dos níveis de cloro e ozônio estratosféricos futuros ao crescimento sustentado do diclorometano. As medições de diclorometano na atmosfera nas últimas duas décadas, fornecidas por cientistas da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) nos Estados Unidos, também foram analisadas.

Segundo os cientistas, os aumentos observado de diclorometano a partir das medições são “impressionantes e inesperados”: as concentrações diminuíram lentamente no final da década de 1990, mas desde o início dos anos 2000 aumentaram em várias partes do mundo.

Sobre as implicações mais amplas da descoberta e perspectivas para proteção da camada de ozônio, Hossaini disse que é preciso estar atento à crescente ameaça representada pelo diclorometano e produtos químicos similares não controlados pelo Protocolo de Montreal. “Há trabalho a ser feito para melhor compreender e quantificar a principais fontes desses gases para a atmosfera”.

Fonte: msn notícias < http://www.msn.com/pt-br/noticias/meio-ambiente/cientistas-identificam-nova-amea%C3%A7a-%C3%A0-camada-de-oz%C3%B4nio/ar-BBDsNMC?li=AA523q&ocid=spartandhp >

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