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Pulsos de alargamento solar no sol e na terra, entenda.

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Quando o nosso Sol entra em erupção com explosões gigantes - como rajadas de radiação chamadas chamas solares - sabemos que podem afetar o espaço em todo o sistema solar, bem como perto da Terra. Mas o monitoramento de seus efeitos requer a realização de observatórios em muitos lugares, com muitas perspectivas, muito como os sensores do tempo em toda a Terra podem nos ajudar a monitorar o que está acontecendo com uma tempestade terrestre.
Ao usar vários observatórios, dois estudos recentes mostram como os alargamentos solares exibem pulsos ou oscilações na quantidade de energia que está sendo enviada. Essa pesquisa fornece novos conhecimentos sobre as origens dessas explosões solares maciças, bem como o tempo espacial que produzem, o que é uma informação chave, uma vez que humanos e missões robóticas se aventuram no sistema solar, cada vez mais longe de casa.
O primeiro estudo observou oscilações durante um alargamento - inesperadamente - nas medidas da produção total do Sol de energia …

Um Fies desidratado

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A SRª FÁTIMA BEZERRA (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - RN. Sem revisão da oradora.) Fez a seguinte fala no Senado Federal sobre o FIES – Sr. Presidente, é apenas para acrescentar que a emenda aprovada no Fies que trata dos refinanciamentos das dívidas foi de autoria do Deputado do PT José Guimarães.

Segundo, quero aqui mais uma vez dizer, Sr. Presidente: infelizmente, o Fies do Governo Temer, do Governo Mendonça é um Fies desidratado. É um Fies que dificulta cada vez mais o acesso dos nossos jovens ao ensino superior, inclusive porque acabou com o prazo de carência. Por isso o PT se posicionou contra e continuaremos firmes na luta em defesa da educação da nossa juventude. Mas consideramos, Senador Eunício, um retrocesso. Por que ele está desidratado? Está desidratado porque, na prática, o Fies se resume a 100 mil vagas. Segundo, ele dificulta cada vez mais o acesso dos nossos jovens pobres ao ensino superior porque acabou com o prazo de carência – o prazo que é gara…

70 milhões de anos em 2 minutos: a formação do Himalaia

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O vídeo acima mostra, através de computação gráfica, um modelo de como teria se formado os Himalaias iniciado ha cerca de 70 milhões de anos.
Numa perspectiva bastante interessante o filme mostra o desenrolar geológico  de 70 milhões de anos em apenas 2 minutos. Um bom pretexto para se discutir tempo geológico.
Os Himalaias são a mais alta cadeia montanhosa do mundo, localizada entre a planície indo-gangética, ao sul, e o planalto tibetano, ao norte. A cordilheira abrange cinco países (Paquistão, Índia, China (que inclui o Tibete), Nepal e Butão) e nela se situa a montanha mais alta do planeta, o Monte Everest. O nome Himalaia vem do sânscrito e significa "morada da neve". Os Himalaias espalham-se, de oeste para leste, do vale do rio Indo ao vale do rio Bramaputra, formando um arco de cerca de 2500 km de extensão e com uma largura variando de 400 km no oeste, na região da Caxemira-Tibete, a 150 km no leste, na região do Tibete-Arunachal Pradesh. 
Os Himalaias estão entre as for…

Patrulha da Escola sem Partido

Uma visão interessante sobre para que caminhos a radicalização e a irracionalidade podem levar a educação brasileira.

AGROFLORESTA - BOA PARTE DA SOLUÇÃO PARA O AQUECIMENTO GLOBAL

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AGROFLORESTa O QUE ÉSistema que busca reproduzir na agricultura os ciclos naturais da floresta, como cooperação entre espécies, adubação natural e circulação econômica da água
PROCEDIMENTOS BÁSICOS E GERAIS O sistema agroflorestal utiliza-se de: Manejo ecológico dos solos, por meio da cobertura sistemática da terra com matéria orgânicaEstímulo à biodiversidade para que diferentes espécies vegetais cumpram diferentes funções ecológicas e produtivasSucessão natural de espécies destinada a adequar o potencial de cada uma quanto ao aproveitamento da luz solar e das podas, criando um processo evolutivo

COMO FUNCIONA Em terras degradadas é feita uma correção inicial
A plantação é feita em canteiros, com alternância de espécies:
Podas radicais otimizam o crescimento das plantas, a distribuição dos raios solares e proveem cobertura vegetal ao canteiro
Todo material da poda é distribuído organizadamente, melhorando os atributos físicos, a atividade biológica e a ciclagem de nutrientes Com o pass…

ACORDO DO CLIMA: OS DESAFIOS PARA O BRASIL

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Tendo pela frente o desafio de retomar com vigor a atividade econômica, depois de dois anos de profunda recessão, ao final dos quais o Produto Interno Bruto (PIB) havia caído 7,4%, o Brasil entrou em 2017 com um propósito igualmente desafiador: recuperar seu dinamismo na produção e no consumo tendo, ao mesmo tempo, como meta, diminuir a emissão dos gases de efeito estufa, ou seja, aqueles responsáveis pela maior parte do aquecimento global. O primeiro intento vem sendo alcançado de forma vagarosa e nem sempre linear, já que no primeiro trimestre do ano o produto cresceu 1% sobre o anterior e, no segundo, o crescimento foi de apenas 0,2%. De qualquer forma, as expectativas, tanto do Banco Central, quanto do mercado financeiro, são de um crescimento em torno de 0,7% de janeiro a dezembro.
A meta de redução das emissões, por sua vez, está envolta em muito mais incerteza. No dia 26 de outubro, às vésperas da 23ª Conferência de Clima da ONU, que se realiza em Bonn, na Alemanha, o Observatóri…